Rhodiola rosea: descubra para que serve e os benefícios

A Rhodiola rosea se tornou uma das principais tendências entre as pessoas que buscam qualidade de vida. De fato, a planta milenar é usada como uma espécie de remédio milagroso para diferentes tipos de problemas, desde o excesso de estresse até ações no combate ao câncer. 

Apesar de existir controvérsia na medicina tradicional sobre o assunto, muitos pesquisadores indicam os efeitos positivos relacionados ao uso em curto prazo. Diante disso, a substância se popularizou na Europa com muita força, por ser uma opção de fitoterápico completamente natural que estimula a longevidade.

Quer saber mais? Vamos mostrar os benefícios da Rhodiola rosea e as indicações. Acompanhe!

O que é Rhodiola rosea?

A planta costuma ser muito usada como suplemento alimentar e compostos fitoterápicos. Por ter folhas perenes, a Rhodiola rosea surge em regiões frias do mundo, como o Ártico da Sibéria Ocidental, Ásia Central ou Europa. Ao longo dos anos, suas substâncias são usadas tanto para melhorar a resistência física quanto a imunidade. 

Isso acontece por conta das funções adaptogênicas que fazem o corpo responder de uma maneira diferenciada a uma série de informações estressantes. Sua composição é formada por óleos, ácidos e antioxidantes. Todos essas funções junto dos compostos ativos se tornaram os principais responsáveis por sua sobrevivência nos processos evolutivos da humanidade.

Quais são as principais indicações de uso?

O principal uso da Rhodiola rosea é na forma de suplemento. O extrato da raiz, inclusive, serve para tratar diversas enfermidades e impulsionar a sensação de bem-estar. Por ser 100% natural se popularizou entre atletas na hora de alcançar uma performance elevada, diminuir a ansiedade e acelerar o funcionamento do organismo. 

No entanto, como os benefícios são abrangentes em diferentes situações, a substância pode ser usada conforme a necessidade de cada pessoa — mesmo que o foco não seja atividades físicas. Além disso, a Rhodiola rosea funciona muito bem contra quadros de depressão, na redução do cortisol elevado, anemia e na saúde cardiovascular.

Ideal para pessoas que gostariam e melhorar seu rendimento no trabalho ou estudos. A Rhodiola rosea aumenta e disposição e concentração nas tarefas, fornece mais energia e alivia o estresse. 

Como pode ser tomada?

A dosagem habitual da Rhodiola rosea gira em torno de 200mg e 600mg diárias. Dessa maneira, a substância pode ser consumida de inúmeras formas. Tudo depende das preferências pessoais de cada um ou da expectativa em relação aos resultados do tratamento. Veja, abaixo, as principais sugestões: 

  • infusão de Rhodiola: tomar de 2 a 3 vezes ao dia no formato de chá que aproveita todas as propriedades da planta. Em média, as folhas devem repousar por 10 minutos até ficarem prontas para o consumo;

  • extrato natural: nesse formato, a recomendação é tomar um 1ml ao dia, preferencialmente, pela parte da manhã;

  • suplementação: em formato de suplemento nutricional, o consumo deve ser de 1 cápsula depois do café da manhã.

Existem efeitos colaterais e contraindicações?

Como os resultados positivos surgem logo nos primeiros dias de uso, muitas pessoas ficam empolgadas e deixam de lado a preocupação com os possíveis riscos. Assim sendo, existem alguns mitos em torno da Rhodiola rosea que precisam ser esclarecidos para trazer mais confiança durante o consumo.

Saiba que mesmo sendo uma planta, as indicações devem ser respeitadas para evitar superdosagens. Entre os principais efeitos colaterais, estão o aumento da pressão arterial, especialmente, em quadros de espasmos coronarianos e alterações frequentes anteriores na pressão arterial. 

Além disso, em casos de intervenções cirúrgicas, o médico precisa ser avisado sobre o tratamento com a substância. 

Agora, você já conhece os benefícios e as indicações da Rhodiola rosea. No entanto, vale lembrar que existem investigações de especialistas que avaliam as interações medicamentosas com outras substâncias. Por isso, caso o consumo seja voltado para o tratamento de patologias graves, o mais indicado é sempre consultar um profissional da saúde.

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