Saiba como lidar com o estresse pós-traumático!

Ninguém está livre de passar por alguma situação difícil na vida e, consequentemente, de sofrer com o Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TSPT).

Vivendo em grandes centros urbanos ou tendo hábitos pouco saudáveis, todos estamos expostos a vivenciar situações ruins, como violência extrema ou acidentes graves. Além disso, também podemos receber o diagnóstico de uma doença difícil — seja conosco ou com alguém que amamos.

Mas é possível lidar com os sintomas desencadeados por essas ocorrências? De que maneira enfrentar o turbilhão de sentimentos e o medo? Como saber, afinal, se você sofre de estresse pós-traumático? Continue a leitura para encontrar algumas respostas que podem ajudá-lo.

O que é o Transtorno do Estresse Pós-Traumático?

A medicina define o TSPT como o conjunto de sintomas (tanto físicos quanto emocionais) que estão diretamente ligados à ansiedade e que ocorrem após um evento psicológico estressante — ou, como o nome sugere, depois de um acontecimento traumático.

Algumas ocorrências que podem desencadear o quadro são:

  • assalto, sequestro, ataque terrorista, tortura, encarceramento ou qualquer outro tipo de violência relacionada;

  • violência física ou sexual;

  • acidentes automobilísticos ou outros igualmente graves;

  • diagnóstico de doença grave;

  • bullying.

Como dissemos, o evento não precisa acontecer com a pessoa para que o estresse ocorra. Presenciar um momento difícil de outros indivíduos também pode gerar o TSPT.

Quais são os principais sintomas do estresse pós-traumático?

Somos seres humanos repletos de sentimentos (como o medo e a compaixão) e, por muitas vezes, ficamos abalados com situações violentas ou tristes que fazem parte da vida.

Mas como diferenciar uma sensação normal de um estresse pós-traumático? Entre os sintomas psicológicos, podemos destacar:

  • recordações aflitivas e recorrentes do momento traumático, além de sonhos constantes sobre o assunto;

  • alucinações ou flashbacks que dão a sensação de que tudo está acontecendo novamente.

Já entre os sintomas físicos, os mais comuns são:

  • alterações gastrointestinais;

  • tremores e sudorese, quando o evento é lembrado.

As crianças também podem sofrer desse mal, e as demonstrações mais comuns de que algo está errado são:

  • comportamento desorganizado:

  • agitação;

  • sonhos amedrontadores;

  • “teatralização” da situação traumática.

Como lidar com o estresse pós-traumático?

Confira, agora, algumas maneiras de lidar com esse problema.

Terapia

É comum que as pessoas que sofreram um trauma severo busquem ajuda profissional — e o tratamento realmente costuma ajudar a lidar com a situação, amenizando sentimentos como o medo e a angústia.

Além disso, por meio da psicoterapia e do uso de medicamentos, é possível impedir, além do sofrimento imediato, respostas tardias ou crônicas que, sem que a pessoa perceba, vão afetando a vida aos poucos, como problemas de saúde e fobias.

Meditação

Esvaziar a mente, conhecer a si mesmo e enxergar os problemas por uma outra perspectiva são alguns dos benefícios da meditação — que podem auxiliar, também, os indivíduos que estão sofrendo com algum estresse pós-traumático.

Isso porque o processo acalma a ansiedade, proporciona momentos de paz e relaxamento e pode ajudar a pessoa a reencontrar a sua confiança, autoestima e força interior.

Exercícios físicos

Praticar atividades físicas faz bem em qualquer época da vida, e não seria diferente nesse momento difícil. Alguns dos benefícios dos exercícios em uma situação de estresse pós-traumático são a liberação de endorfina e serotonina (hormônios responsáveis pelo bem-estar) e a melhora da circulação sanguínea. Se a prática for em grupo, ela ainda auxilia na sociabilização.

Agora que você já sabe o que é e como identificar o estresse pós-traumático, pode buscar ajuda ou auxiliar alguém perto de você que esteja passando por esse momento. Essa situação não é motivo para se esconder, converse e busque se libertar!

E que tal começar batendo um papo com a gente? Você já vivenciou essa realidade ou conhece alguém que tenha passado por um estresse pós-traumático? Como foi? Divida a sua experiência nos comentários!​

 

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