Síndrome de burnout: conheça já suas causas

Talvez, se falarmos o termo “Síndrome de Burnout”, muitas pessoas não saberão do que se trata. Mas se nos referirmos às causas da Síndrome de Burnout — um esgotamento profissional com consequências preocupantes —, certamente, todos vão entender.

As principais causas da Síndrome de Burnout estão relacionadas ao ritmo de trabalho dos dias atuais: os profissionais precisam dar conta de muitas atividades ao mesmo tempo, ser proativos e não parar para (quase) nada. Muitos até tentam, mas o corpo não corresponde ao ritmo — afinal, não foi feito para isso.

Se você se identificou com este texto, continue a leitura para saber como reconhecer a Síndrome de Burnout e seus principais sintomas e conferir seu tratamento.

O que é a Síndrome de Burnout

Como dissemos, a Síndrome de Burnout se caracteriza como um distúrbio psíquico relacionado à tensão emocional e ao estresse provocados por uma condição de trabalho, geralmente, desgastante.

Apesar de haver algumas profissões que estão mais propensas à Síndrome (como professores e policiais) qualquer profissional pode ser acometido, afinal, a pressão por resultados, a corrida contra o relógio e um clima organizacional pesado e exaustivo são comuns em todo tipo de trabalho, atualmente.

Como saber que o estresse virou Síndrome

Com a pressão do dia a dia de trabalho, é comum que, vez ou outra, os profissionais se sintam mais nervosos, fadigados ou desgastados — o chamado estresse.

Mas é preciso estar atento ao agravamento de alguns sintomas. Quando o esgotamento físico e mental se reflete em algumas atitudes, é hora de ligar o alerta:

  • agressividade e irritabilidade excessivas;
  • mudanças bruscas no humor;
  • ausência no trabalho;
  • problemas de concentração e memória;
  • isolamento, pessimismo e depressão.

Além disso, alguns sintomas físicos podem ocorrer, como:

  • taquicardia;
  • “apagões”;
  • dores de cabeça e musculares;
  • pressão alta;
  • crises de asma;
  • distúrbios intestinais.

Como é feito o diagnóstico

Por meio de uma conversa e o levantamento do histórico do paciente, um médico especializado é capaz de diagnosticar a Síndrome de Burnout.

As respostas psicométricas a um questionário específico também podem ser esclarecedoras.

Qual é o tratamento

Geralmente, o tratamento da Síndrome de Burnout inclui as mesmas medidas aplicadas às pessoas com um quadro de estresse e ansiedade.

Além do uso de antidepressivos (sempre receitados pelo médico) e a psicoterapia, é indicado que o paciente mude os seus hábitos de vida, em busca de um dia a dia mais tranquilo e saudável.

Exercícios de relaxamento, bem como atividades físicas frequentes, alimentação balanceada, boas noites de sono e atividades prazerosas são bastante recomendadas para controlar os sintomas e “colocar os nervos no lugar” — não apenas no auge das crises, mas durante toda a vida, inclusive.

Em muitos casos, também é indicado que o paciente se afaste do trabalho por um pequeno período (entre uma e duas semanas) para se reequilibrar. Por fim, o uso de bebidas alcoólicas e outras drogas é altamente desaconselhado.

As causas da Síndrome de Burnout, infelizmente, fazem parte do dia a dia da grande maioria dos profissionais, hoje em dia. Cabe a cada um saber equilibrar os seus momentos de tensão com atividades prazerosas, manter um estilo de vida que priorize a saúde e, finalmente, saber respirar e dar aos problemas a dimensão que eles realmente têm. É um desafio, mas vale a pena tentar!

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