Psicologia do emagrecimento: 6 dicas para alcançar os seus objetivos

Com certeza você já ouviu a expressão “as pessoas são aquilo que elas comem”. Essa é uma verdade inegável! Mas você sabia que o equilíbrio psicológico é parte fundamental para que esse processo transcorra de forma eficiente? Sim, fatores emocionais alteram a relação das pessoas com os alimentos, levando-as a comer excessivamente, de maneira errada ou fora de hora.

Cuidar dessa relação é o propósito da Psicologia do Emagrecimento, que estuda, por exemplo, aqueles casos em que, por mais esforçada que a pessoa demonstre ser, os quilinhos extras insistem em permanecer. Isso ocorre porque nem sempre o emagrecimento está vindo de dentro para fora. 

Para você entender melhor a Psicologia do Emagrecimento, a seguir vamos explicar essa teoria e listar seis dicas para você alcançar seus objetivos de emagrecer. Confira: 

O que é a Psicologia do Emagrecimento?

Também chamada de Terapia Cognitiva Comportamental, esse ramo da Psicologia busca estudar e doutrinar a mente humana para controlar vontades e desejos irracionais relacionados à alimentação. Entre os distúrbios tratados, podemos citar o de comer fora de hora ou em demasia ou de simplesmente beliscar alguma besteirinha no meio da tarde ou da madrugada. 

Esse tipo de psicologia visa identificar esses pensamentos passionais para moldá-los e substituí-los, de acordo com a sua dieta, por hábitos alimentares saudáveis, de forma que o paciente mantenha o foco nos seus objetivos e encontre a motivação para alcançá-los. 

Seus conceitos e práticas passaram a ser utilizados em maior escala quando se descobriu que o cérebro, ao dominar todas as nossas ações fisiológicas e de sobrevivência, invariavelmente, adota os chamados “pensamentos sabotadores”, que permitem ou autorizam a criação de mecanismos de fuga, nesse caso para minar uma dieta ou de algum tipo de restrição alimentar para redução de peso. 

Esses mecanismos de fuga, ou muletas emocionais como são conhecidos, servem para burlar ou distorcer um propósito oferecendo subterfúgios aparentemente inofensivos. “Só hoje não tem problema”, “é só um pedacinho”, “não comi nenhum doce ontem, então posso comer mais hoje” ou “vou começar a dieta amanhã” são alguns exemplos de ideias que o seu cérebro pode usar para te desviar do caminho.

Nessa lista, também entram os “pensamentos sabotadores recompensadores”, que aprovam o consumo de uma barra inteirinha de chocolate, a necessidade de encher a cara no bar ou o feito de tomar um pote inteiro de sorvete enquanto assiste a um filme como forma de recompensa por nos sentirmos tristes, ansiosos, pressionados no trabalho ou até mesmo para comemorar algo. 

Agora que você já sabe como funciona a Psicologia do Emagrecimento, confira algumas dicas para escapar das armadilhas criadas pelo seu subconsciente. 

Aprenda a usar a Psicologia a seu favor

1. Equilibre os três fatores da dieta de sucesso 

Simplesmente comer menos ou restringir a alimentação não emagrece ninguém! Para obter sucesso em sua dieta e emagrecer de forma rápida e saudável, evitando o efeito sanfona, você precisa equilibrar três fatores: programa alimentar balanceado ou reorientação nutricional, exercícios físicos regulares e acompanhamento psicológico. 

Quando você passa a comer de maneira correta e na quantidade certa, pratica atividades físicas com frequência, sobretudo as aeróbicas, acompanhadas de intervenções comportamentais para perda de peso, os resultados são muito mais eficazes e duradouros, tornando o emagrecimento um processo totalmente saudável.

2. Não tenha pressa 

Uma das principais razões para o insucesso de muitas dietas é a pressa em emagrecer. Ninguém perde calorias ou elimina gordura do dia para noite. É um processo lento, que depende de diversos fatores para apresentar um resultado positivo e saudável.

Mas cuidado: os resultados serão diferentes de uma pessoa para outra, em função das suas características e necessidades distintas. Cada indivíduo é único, com objetivos e limitações divergentes. O que pode dar resultado para sua amiga, pode não servir para você e vice-versa. Por isso, equilibre os três pilares acima e faça tudo no seu ritmo, sem pressa e sem cometer loucuras. 

3. Fique longe das armadilhas 

Se você não pode enfrentar o leão, fique bem longe dele. Nas festinhas infantis, chegue mais tarde ou saia mais cedo para não cair em tentação. Sente-se longe das mesas de doces nas festas e confraternizações. E nunca, nunca mesmo, vá ao mercado com fome! Sua mente te induzirá a comprar algo fácil de fazer e que possa ser consumido rapidamente. E, geralmente, esses alimentos são ricos em carboidratos, gorduras e condimentos. 

4. Tire do seu alcance tudo aquilo que engorda 

Petiscos e aquelas comidinhas nada saudáveis que adoramos comer durante a tarde ou nas madrugadas são péssimas para qualquer dieta. Entretanto, parecem bálsamos para qualquer mente “gordinha”. Tê-las ao seu alcance é extremamente perigoso, pois você, mais cedo ou mais tarde, muito provavelmente, as atacará. 

Então, não hesite em retirar esses alimentos de seu fácil alcance. Escondê-los não adianta nada: tudo o que é proibido é mais gostoso. Por outro lado, o que dá mais trabalho para fazer ou para pegar ajuda a reduzir o seu consumo. 

5. Tire as guloseimas de seu campo de visão 

Sabe aquele ditado que diz “o que os olhos não veem o coração não sente”? É verdade. E o cérebro também não! Tire todas as guloseimas de seu campo de visão, sobretudo de sua mesa de trabalho ou da sua escrivaninha do quarto.

Pesquisas afirmam que quem tem algum tipo de doce por perto durante o expediente pesa cerca de 7 kg mais do que quem não tem guloseimas disponíveis ou de fácil acesso. 

6. Deixe as emoções de lado quando for montar seu prato 

Por fim, não deixe que suas emoções montem seu prato! Elas influenciam diretamente na escolha dos alimentos que serão consumidos no almoço ou no jantar. E não será com comida que você curará sua tristeza, ansiedade ou aborrecimentos.

Seu cérebro será apenas enganado momentaneamente! Será um falso prazer, que, com o tempo, precisará ser alimentado cada vez mais para que você se sinta bem. Aí já viu! Prefira engolir sapos, engorda menos! 

Percebeu como a Psicologia do Emagrecimento deve ser levada em consideração em qualquer dieta? Quem tem mais dificuldade em perder peso ou em controlar seus pensamentos irracionais deve procurar acompanhamento especializado de médicos, nutricionistas, nutrólogos, educadores físicos e psicólogos para se manter na linha. 

Você já tinha ouvido falar da psicologia do emagrecimento? O que acha desse tipo de terapia para perder peso? Deixe seu comentário abaixo e até a próxima!

Comments (8)

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